quarta-feira, novembro 16, 2005

Bem lah vai outra do famoso ciclo, OPA, não correção fase porque ciclo sempre se renova e bem viram que não quero renovar nda não e esse poema eh um final mesmo ( pelo menso espero XD ) eh uma morte o enterro de vez a essa relação.

Emudecer do Amor
Meu coração disse a deus ao ultimo suspiro de esperança,
o fim de uma relação complexa e delicada so poderia ter um único fim.
O fim construido a cada amanhecer, a cada anoitecer e a cada afeição
nova super valorizada pelo meu coração rompido, uma substituição
desesperada devido minha profunda carência.
O amor se renova e renasce das cinzas assim como a Fenix, e como ela espero
o momento do renascimento do amor em minha vida, uma espere em que me preparo
para uma nov começo fluente, corrigindo erros e produzindo qualidades.
Minha esperança no amor não morreu ou se quer por agum segundo mudou, apenas
encotrou uma nova maneira de se tronar mais forte.
Deichando se morrer o ultimo supiro de Aurora.
Bem mais um poema que esta no minha agenda secreta como todas as outras que eh um critica bem forte as pessoas e tals de uma olhada:

Mão Abominação
Na barriga pudrita de vossa mão
foram criados seres ocos de nossa madre.
Altistas vulgares de seus proprios mundos de inter relações
falsas, consumistas do medo esterotipados ate a morte.
Mão abominação! È boa, carinhosa, cuidadosa, maquiavelia e diabolica ( hahaha).
Mantem seus subordinados na terra para o apocalips progredir.
E nessa decadência morbida vamos em busca de total colapso.

segunda-feira, novembro 14, 2005

Bem faz tempo que não posto mas bem esse poema termina o ciclo para quem leu e consegui enteder o que ele querem dizer.

Momento cruel disperta dor do coração partidp escodindo atras de pequenos sorrisos e indiferenças, ardente sentimento em momento propcio jorra da lapide do meu peito todas as emoções perdidas no vácuo de uma historia inacabada e prooibida.

Oh! Doce mai repele minha pedras, trazendo de volta seu riso, o seu toque, e o seu amor verdadeiro de outrora dispercebido do cociente esterotipado, mas alimentado no meu subcociente mantendo fixada involuntariamente apenas amizade pura e limpa.
Mas agora....

Gasta flagelações corporais não libertam mais tanta dor, inicia-se e então ciclo enloquecedor
insano nascido do dia em que sacrifiquei meu sangue para trazer aquele tempo de volta, para traze-lo de volta!

Não querendo altera o pocisonamento natural das estrelas queimei meu tributo par me ver livre de um novo pesar.


O peso de uma historia pela metade, terminada em uma duvida me alucina, me percegue em meus sonhos e derramão minhas lagrimas . Sendo assim sinto a dor que não liberta e seguido esse ritimo incosequente calado, fugindo de ti pelo medo de me decepisonar mesmo sabendo que esta tudo acabado, porem a dúvida-divida sustenta a situação insuportavel me tornando morto.

Em fim verdaderamente tenho que romper minhas correntes que me deicha preso a você, apenas fingi que rompi não funciona mais e então na alucinogêna situação impossivel dicernimento escolho o caminho de falar contigo com tamanho medo e dor....

E na tempestade que não queria´passar temor se disolve se tornando apenas uma discusão boba e sem sentido, Não me iludo o tempo não volta, e mesmo que a esperança diga pode haver mais un inicio não posso mais correr risco por um amor forte e verdadeiramente belo porem perceguido e amaldiçoado por todos ate por ti.