sábado, agosto 27, 2005

2 ATO: ato de Desolação
INVERNO SO(M)BRIO
Decido e não caido em terra pouso, uma vez restaurada minha sanidade
posso ver o vermelho oculto no preto escondido.
Queimadas minhas lagrimas e profanadas minha carne
escapo da prisão forjada por minhas decepções.
Livre estou para odiar o prometido.
Recolhendo o que me restou olho-me no espelho
e vejo a face não mas repelida e sim reverenciada.
Soltei-me do que me atrasava e agora não vou mais ate você.
1 ATO: Ato de Desolação
VERÃO MORRENDO RAPIDAMETE
Verão quente me desperta, disperta me ao
peso do teu corpo.
Prendendo-me ao seu braço palido ao seu rosto estou,
Coração perpetuo de descontinua ansiedade me domina ,
sentindos se desativam......
Mente processa aversão do amor,
desolação da felicida rancor da liberdade.
Um segundo para sentir a pele,
um segundo para sentir a carne,
um segundo para sentir o desejo.
Verão quente me condena a nada acontecer!